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Hoje em dia, a cannabis é amplamente estigmatizada, mas seu uso em um contexto controlado e com o apoio de um médico pode ser muito benéfico, especialmente para os idosos. Para as pessoas idosas, o uso de cannabis terapêutica pode ajudá-las a suportar melhor suas doenças, seus tratamentos ou simplesmente as dores que surgem com a idade. O objetivo aqui é a busca do bem-estar.
O CBD e o THC, qual é a diferença?
Primeiramente, é necessário entender a diferença entre o tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD). Ambos são canabinoides, portanto, são compostos químicos secretados pela planta de cannabis e que agem no corpo humano.
O THC é a substância ativa da cannabis responsável pelos efeitos psicotrópicos. É essa molécula que "faz viajar" e é por isso que o THC é considerado uma droga. Na verdade, ele gera muitos problemas, por exemplo, gera dependência e também tem efeitos negativos no organismo. Esses efeitos não são apenas físicos, podem também provocar um "mau viaje", crises de angústia e ansiedade.
Por outro lado, o CBD se destaca por suas virtudes terapêuticas. Esta molécula tem um efeito sedativo que atua contra o THC, que possui efeitos psicotrópicos, e limita os efeitos dele. Estudos evidenciaram as propriedades analgésicas e anti-inflamatórias do CBD. Além disso, ele não causa efeito de dependência. Com todas essas diferenças em relação ao THC, essa molécula é totalmente legal.
O CBD e os idosos
Você sabia que em muitos países o CBD é prescrito para pacientes que estão fazendo quimioterapia ou radioterapia para aliviar náuseas e vômitos?
Como visto anteriormente, o CBD não gera dependência, por isso, pode ser usado para ajudar pacientes depressivos e aqueles que sofrem de distúrbios do sono ou TAG. Produtos à base de CBD também são recomendados para pessoas dependentes de outras drogas ou tabaco para ajudar na desintoxicação.
O uso do CBD também pode melhorar a qualidade de vida dos idosos que, com a idade, são propensos a muitas doenças, levando-os a consumir uma quantidade significativa de medicamentos. O consumo excessivo de produtos farmacêuticos pode, no entanto, ter efeitos colaterais a longo prazo, especialmente em pessoas idosas. É por isso que as virtudes naturais do CBD são uma alternativa interessante.
O CBD possui propriedades anti-envelhecimento e ajuda a aliviar os distúrbios que surgem com a velhice. O CBD alivia as dores da artrite e osteoporose. Dotado de propriedades neuroprotetoras e antioxidantes, ajuda a combater doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer, que atinge muitos idosos. O CBD também melhora o sono, as funções cardiovasculares e a saúde gastrointestinal.
Hoje em dia, muitos fornecedores se comprometeram com essa ideia de bem-estar natural, você pode encontrar, por exemplo, o site da cducbd.
No entanto, é preciso ter cuidado com os meios usados para o consumo. Embora o consumo seja legal, a diferença física entre o CBD e a cannabis considerada entorpecente é leve. Portanto, consumir inalando por combustão este produto pode, às vezes, gerar confusão. Além disso, consumir em um local onde é possível cruzar com menores é totalmente proibido.
Não se preocupe, o CBD existe de várias formas, óleos, consumíveis, infusões, cosméticos e muitos outros. Ainda assim, o ideal é consumir em casa.
Por sua vez, a redação espera ter ajudado você a entender melhor as diferenças entre o CBD e o THC e a regulamentação sobre seu consumo.
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Os efeitos do CBD na saúde mental
O CBD está sendo cada vez mais estudado por seus efeitos potenciais na saúde mental. Pesquisas mostraram que ele pode ajudar a reduzir a ansiedade e a depressão, oferecendo assim uma alternativa aos tratamentos medicamentosos tradicionais que podem ter efeitos colaterais indesejados.
- Redução da ansiedade: O CBD interage com os receptores do cérebro que regulam o humor, o que pode diminuir os níveis de ansiedade.
- Melhoria do humor: Muitos estudos sugerem que o CBD pode ter um efeito positivo no humor, contribuindo para uma sensação geral de bem-estar.
- Apoio ao tratamento de transtornos de estresse pós-traumático: Algumas pesquisas indicam que o CBD pode ser benéfico para pessoas com PTSD, reduzindo os sintomas associados.
O CBD no tratamento das dores crônicas
As dores crônicas são um problema comum entre os idosos, e o CBD é cada vez mais reconhecido como um meio eficaz de alívio. Veja como o CBD pode ajudar :
- Propriedades anti-inflamatórias: O CBD pode reduzir a inflamação, que é frequentemente a causa da dor crônica.
- Efeito analgésico: O CBD atua sobre os receptores de dor no sistema nervoso, oferecendo alívio sem os efeitos colaterais dos analgésicos tradicionais.
- Melhoria da qualidade de vida: Ao reduzir a dor, o CBD permite que os pacientes aproveitem melhor sua vida diária e participem de atividades que gostam.
Os diferentes métodos de consumo de CBD
Existem várias maneiras de consumir o CBD, cada uma com suas próprias vantagens e desvantagens. Aqui está uma visão geral dos métodos mais comuns :
- Óleos e tinturas: Fáceis de dosar, permitem uma absorção rápida no sistema.
- Cápsulas: Oferecem um método discreto e preciso para consumir o CBD, ideal para aqueles que não gostam do sabor dos óleos.
- Produtos comestíveis: Doces e outros alimentos infundidos com CBD são uma opção saborosa, mas a absorção pode ser mais lenta.
- Tópicos: Cremes e bálsamos de CBD podem ser aplicados diretamente na pele para um alívio localizado.
As questões legais e éticas em torno do CBD
A legalização do CBD varia de um país para outro, e é importante entender as leis em vigor em sua região. Aqui estão alguns pontos chave :
- Diferença entre CBD e THC: O CBD é geralmente legal desde que contenha menos de 0,3% de THC, mas isso pode variar conforme as jurisdições.
- Regulamentação dos produtos: Certifique-se de que os produtos que você escolhe sejam testados por terceiros para garantir sua pureza e segurança.
- Questões éticas: A comercialização do CBD levanta questões sobre o acesso equitativo aos produtos, especialmente para as populações vulneráveis.
O papel do CBD na gestão de doenças neurodegenerativas
O CBD desperta um interesse crescente no contexto da pesquisa sobre doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson. Estudos preliminares mostram que o CBD pode ter efeitos neuroprotetores, o que pode ser benéfico para pacientes que sofrem dessas condições.
- Propriedades neuroprotetoras: O CBD pode ajudar a proteger os neurônios contra danos, retardando assim a progressão de doenças como Alzheimer.
- Redução da inflamação cerebral: As propriedades anti-inflamatórias do CBD podem ajudar a reduzir a inflamação no cérebro, um fator chave nas doenças neurodegenerativas.
- Melhoria da cognição: Algumas pesquisas indicam que o CBD pode melhorar as funções cognitivas, oferecendo, assim, apoio aos pacientes com distúrbios de memória.
Os efeitos do CBD no sono
O sono é essencial para a saúde geral, e o CBD pode desempenhar um papel importante na melhoria da qualidade do sono, especialmente em pessoas idosas que muitas vezes sofrem de distúrbios do sono.
- Redução dos distúrbios do sono: O CBD pode ajudar a reduzir a insônia e melhorar a qualidade do sono, promovendo um estado de relaxamento.
- Regulação do ciclo sono-vigília: O CBD poderia ajudar a regular o ritmo circadiano, ajudando assim as pessoas a adormecer mais facilmente.
- Atenuação dos pesadelos: Para aqueles que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático, o CBD pode reduzir a frequência e a intensidade dos pesadelos.
O CBD e a alimentação: uma dupla vencedora
Integrar o CBD na alimentação pode ser uma maneira agradável de aproveitar seus efeitos. Aqui estão algumas maneiras de incorporar o CBD em sua dieta :
- Infusões: Adicionar algumas gotas de óleo de CBD ao seu chá ou tisana para um momento de relaxamento.
- Produtos de padaria: As receitas de biscoitos ou muffins podem ser facilmente adaptadas adicionando CBD.
- Saladas: Usar óleo de CBD como molho para aproveitar os benefícios enquanto saboreia um prato saudável.
As pesquisas em andamento sobre o CBD
A pesquisa sobre o CBD está em plena expansão, com muitos estudos em andamento para explorar seus efeitos em várias condições médicas. Aqui estão alguns domínios de pesquisa promissores :
- Tratamento da epilepsia: Estudos mostram que o CBD pode reduzir a frequência das crises em alguns pacientes epilépticos.
- Gestão da dor crônica: A pesquisa continua a explorar como o CBD pode ser usado para aliviar diferentes tipos de dores crônicas.
- Impacto na saúde mental: Estudos estão em andamento para determinar a eficácia do CBD no tratamento de transtornos de humor, incluindo depressão e ansiedade.