AESH e acompanhamento de alunos autistas: recursos e formação | DYNSEO

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AESH e apoio a alunos autistas: recursos e formação

Desenvolver suas competências para um acompanhamento eficaz e acolhedor dos alunos com TSA

Os AESH (Acompanhantes de Alunos em Situação de Deficiência) desempenham um papel crucial na escolarização de alunos autistas. Presentes no dia a dia junto ao aluno, facilitam sua inclusão, ajudam em seus aprendizados e na sua regulação. No entanto, a formação inicial é muitas vezes insuficiente para acompanhar eficazmente uma criança autista. Este artigo propõe aos AESH recursos e caminhos para desenvolver suas competências.

O papel do AESH junto a um aluno autista

Facilitar o acesso aos aprendizados

Reformular as orientações do professor, ajudar na organização do trabalho, manter a atenção na tarefa, adaptar o material se necessário. O AESH faz a ponte entre o ensino coletivo e as necessidades individuais do aluno.

Acompanhar a regulação

Identificar os sinais de estresse ou sobrecarga, propor estratégias de acalmamento, acompanhar para o espaço de recuo se necessário. Prevenir situações de crise e ajudar o aluno a desenvolver sua autorregulação.

Promover a inclusão social

Facilitar as interações com os pares, ajudar em situações sociais (recreio, cantina), guiar para os comportamentos sociais esperados respeitando as particularidades do aluno.

Apoiar a autonomia

Paradoxalmente, o objetivo do AESH é se tornar gradualmente menos indispensável. Incentivar a autonomia do aluno, diminuir as ajudas quando possível, desenvolver as competências que permitirão ao aluno fazer sozinho.

130 000
AESH na França
60h
de formação inicial (frequentemente insuficiente)
30%
dos alunos acompanhados são autistas

Formar-se sobre o autismo

A formação inicial dos AESH (60 horas) aborda a deficiência de forma geral, mas raramente o autismo em profundidade. Formações complementares são indispensáveis para compreender as particularidades do autismo e adquirir estratégias eficazes.

Estratégias práticas no dia a dia

  • Criar suportes visuais para as orientações e rotinas
  • Preparar o aluno para transições e mudanças
  • Utilizar uma linguagem clara, concreta e positiva
  • Identificar os sinais de estresse e intervir precocemente
  • Propor pausas sensoriais quando necessário
  • Valorizar as conquistas e os esforços
  • Comunicar-se regularmente com o professor
  • Trocar informações com os pais sobre o que funciona

"Quando comecei como AESH junto a um aluno autista, me senti desamparada. A formação DYNSEO abriu meus olhos para o funcionamento do autismo. Compreendi por que algumas situações eram difíceis e aprendi estratégias concretas. Hoje, sinto que realmente ajudo meu aluno a progredir."

— AESH, escola primária

Trabalhar em equipe

O AESH não trabalha sozinho. A colaboração com o professor é essencial: tempo de concertação, compartilhamento de observações, coerência das abordagens. As trocas com os pais e os profissionais que acompanham o aluno enriquecem o acompanhamento. Participe das equipes educativas sempre que possível.

Conclusão: uma profissão que faz a diferença

Os AESH realizam um trabalho essencial para a inclusão escolar dos alunos autistas. Com uma formação adequada e ferramentas concretas, podem fazer uma diferença real na trajetória desses alunos. Os recursos DYNSEO (formação e programa COCO) acompanham os AESH no desenvolvimento de suas competências.

Para ir mais longe, o guia para acompanhar crianças autistas propõe diversas estratégias aplicáveis no ambiente escolar.

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