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💑 Casal e EM

Casal e Esclerose Múltipla: Treinar Juntos a Estimulação Cognitiva

Transformar a estimulação cognitiva em momento de cumplicidade com seu cônjuge. Descubra como EDITH e JOE podem fortalecer seu vínculo enquanto cuidam de seus cérebros.

A esclerose múltipla impacta profundamente o casal e a relação com o cônjuge. Diante dos desafios da doença, o parceiro torna-se frequentemente um aliado precioso, às vezes um cuidador, sempre um suporte emocional. Por que não transformar essa aliança em uma oportunidade de se aproximar enquanto cuidam de seus cérebros respectivos? Treinar juntos a estimulação cognitiva pode se tornar um ritual de casal benéfico e agradável que fortalece sua cumplicidade no dia a dia.

A EM no casal: desafios e oportunidades

A chegada da esclerose múltipla em um casal muitas vezes abala o equilíbrio estabelecido. Os papéis podem mudar, novas preocupações aparecem, a dinâmica relacional evolui. Essas mudanças podem ser fonte de tensões, mas também de uma nova profundidade na relação se o casal encontrar maneiras de enfrentá-las juntos.

A doença crônica afeta ambos os parceiros, não apenas a pessoa diagnosticada. O cônjuge também vive com a EM: a preocupação com o futuro, a adaptação aos sintomas flutuantes, às vezes o papel de cuidador que se soma ao de parceiro. Reconhecer esse impacto em ambos os membros do casal é essencial para preservar a relação.

Os desafios a superar juntos

  • Fadiga e disponibilidade: A fadiga relacionada à EM pode reduzir o tempo de qualidade passado juntos, limitando as atividades compartilhadas e os momentos de intimidade
  • Mudança de papéis: O cônjuge pode gradualmente se tornar cuidador, modificando a dinâmica do casal e criando às vezes um desequilíbrio na relação
  • Comunicação difícil: Dificuldade em falar de seus medos, suas necessidades, suas frustrações sem magoar o outro ou se sentir incompreendido
  • Projetos de futuro incertos: A incerteza relacionada à evolução da doença pode complicar a projeção comum e os planos a longo prazo
  • Isolamento social: O casal pode se retrair sobre si mesmo, perdendo progressivamente seus laços sociais e suas atividades exteriores

As oportunidades de aproximação

Paradoxalmente, a doença também pode fortalecer o vínculo do casal. Diante da adversidade, alguns casais desenvolvem uma cumplicidade e uma solidariedade acrescidas. A doença convida a rever suas prioridades, a apreciar mais os momentos simples compartilhados, a comunicar mais abertamente sobre o que realmente importa.

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Solidariedade fortalecida

Enfrentar juntos as dificuldades reforça o sentimento de equipe e a cumplicidade cotidiana

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Comunicação aprofundada

A doença convida a falar mais abertamente de suas emoções e de suas necessidades profundas

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Prioridades esclarecidas

Recentralização no essencial e apreciação dos momentos simples passados juntos

Por que treinar juntos a estimulação cognitiva?

A estimulação cognitiva não precisa ser uma atividade solitária. Praticada em casal, ela pode se tornar um momento de partilha agradável que beneficia ambos os parceiros, enquanto fortalece seu vínculo. É uma maneira concreta de fazer algo juntos que faz sentido para a saúde de cada um.

Benefícios para os dois parceiros

A estimulação cognitiva não é reservada para as pessoas doentes. O cônjuge saudável beneficia igualmente dos exercícios para manter seu cérebro, especialmente com o avanço da idade. Ao treinar juntos, ambos os membros do casal cuidam de sua saúde cerebral e constroem sua reserva cognitiva para o futuro.

Para o cônjuge, é também uma maneira de tirar um tempo para si, compartilhando um momento com seu parceiro. Quando se é cuidador, tende-se a se esquecer. A estimulação cognitiva compartilhada permite cuidar da própria saúde enquanto acompanha o outro.

Um momento de cumplicidade diária

Compartilhar uma atividade, mesmo que por alguns minutos por dia, alimenta a relação. Os exercícios cognitivos de EDITH e JOE podem se tornar um ritual de casal, um momento agradável que se espera com prazer. Rir juntos dos erros, felicitar-se pelos acertos, lançar desafios amigáveis: tantos pequenos momentos de cumplicidade que fortalecem o vínculo no dia a dia.

Uma melhor compreensão mútua

Para o cônjuge, participar da estimulação cognitiva permite entender melhor o que vive seu parceiro com EM. Observar suas dificuldades e seus progressos ajuda a desenvolver empatia e a acompanhar melhor diariamente. Também permite perceber que os transtornos cognitivos são reais, não imaginários ou exagerados.

Desde que fazemos EDITH juntos todas as noites, tornou-se nosso pequeno momento. Meu marido entende melhor minhas dificuldades vendo concretamente o que me causa problemas. E eu, fico menos envergonhada dos meus erros pois ele também os comete! Rimos muito e isso realmente nos aproxima.

Verônica, 54 anos, EM há 12 anos

Como se organizar para treinar em casal

Escolher o momento certo juntos

Identifique um momento do dia em que ambos estão disponíveis e relativamente bem. Pode ser de manhã ao acordar, após o jantar, ou antes de dormir. O importante é a regularidade e que este momento convém a ambos os parceiros. Evite os momentos em que um dos dois está muito cansado ou estressado.

Definir as modalidades que lhe convêm

  • Lado a lado: Cada um faz seus exercícios em seu dispositivo, ao mesmo tempo, no mesmo ambiente. Vocês compartilham o momento enquanto cada um progride no seu ritmo.
  • Revezamento: Um faz os exercícios enquanto o outro observa e incentiva. Esta modalidade permite trocar e comentar os desempenhos.
  • Competição amigável: Comparar as pontuações nos mesmos jogos para desafiar-se gentilmente. Atenção para manter um espírito lúdico e benevolente!
  • Colaboração: Refletir juntos sobre as respostas, ajudar-se nos exercícios difíceis. Perfeito para os casais que preferem a cooperação à competição.

Evitar a competição inadequada

Se a comparação de pontuações gera frustração em vez de diversão, abandone esta modalidade. O objetivo é passar um bom momento juntos, sem se sentir fracassado ou criar tensões. O cônjuge que não tem transtornos cognitivos terá naturalmente melhores pontuações em alguns exercícios: isso é normal e não deve se tornar fonte de constrangimento.

O papel precioso do cônjuge na estimulação cognitiva

O cônjuge pode ter um papel muito positivo na abordagem da estimulação cognitiva, desde que encontre o equilíbrio certo entre apoio e respeito pela autonomia. Aqui estão as diferentes formas de acompanhar seu parceiro.

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Incentivar

Apoiar a motivação, celebrar os progressos mesmo que modestos, manter uma atitude positiva

👁️

Observar

Notar as evoluções positivas ou as dificuldades novas, falar sobre elas com benevolência

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Acompanhar

Estar presente, ajudar se requisitado, sem assumir o controle ou infantilizar

Os armadilhas a evitar

  • Não infantilizar: Evite vigiar, corrigir, assumir o controle. Seu parceiro mantém sua autonomia na abordagem.
  • Não comparar: Evite comentários como "você deveria ter feito melhor" ou "é tão fácil".
  • Não insistir nos dias ruins: Se seu parceiro está cansado ou não deseja, respeite-o. A estimulação deve permanecer um prazer.
  • Não dramatizar as dificuldades: Se seu parceiro tem dificuldades em alguns exercícios, permaneça tranquilo. Isso não significa que a doença está piorando.

Ambos temos mais de 60 anos e usamos JOE e EDITH há um ano. Tornou-se nossa atividade noturna, após o telejornal. Desafiamos-nos amigavelmente, comentamos nossos erros, rimos muito. Isso nos deu uma nova atividade comum e realmente fortaleceu nossa cumplicidade!

Jean-Pierre e Martine, 65 e 63 anos

Quando o cônjuge se torna cuidador

Se seu papel de cuidador ocupa muito espaço, a estimulação cognitiva compartilhada pode ser um momento em que vocês se tornam simplesmente dois parceiros fazendo uma atividade juntos, em igualdade de condições. Isso é precioso para manter o equilíbrio da relação além do papel de cuidador.

Testemunhos de casais

No início, eu fazia meus exercícios sozinha e meu marido não entendia realmente a importância. Então eu o convidei a experimentar comigo. Agora, é ele que me lembra quando eu esqueço nossa sessão noturna! Ele diz que isso também faz bem a ele e que se sente mais próximo de mim.

Émilie, 39 anos, EM há 5 anos

Minha esposa tem EM há 20 anos. Passamos por muitas coisas juntos. Quando ela começou com EDITH, eu quis acompanhá-la. Fazemos juntos todas as manhãs agora. É nosso pequeno ritual, nosso momento antes que o dia comece.

Bernard, 67 anos, cônjuge cuidador

Transformem a estimulação cognitiva em momento de casal

EDITH e JOE podem se tornar seus aliados para cuidar de seus cérebros enquanto fortalecem sua cumplicidade no dia a dia.

Descobrir nossos programas

Conclusão

A esclerose múltipla impacta o casal, mas também pode se tornar uma oportunidade para fortalecer o vínculo. Treinar juntos a estimulação cognitiva com EDITH e JOE oferece múltiplos benefícios: cuidar da saúde cerebral a dois, compartilhar um momento de cumplicidade diário e permitir que o cônjuge compreenda melhor os desafios cognitivos de seu parceiro.

O cônjuge desempenha um papel valioso na abordagem da estimulação cognitiva: incentivar, observar, acompanhar sem infantilizar. Essa implicação fortalece o sentimento de equipe diante da doença e nutre a relação no dia a dia. Também é uma forma do cônjuge cuidar de seu próprio cérebro.

Não hesite em convidar seu parceiro para se juntar ao seu treinamento cognitivo. O que começa como uma atividade de saúde pode se tornar um verdadeiro ritual de casal, um momento esperado que faz bem ao cérebro e ao coração.

A dois, somos mais fortes. Cuidem de seus cérebros juntos e fortaleçam sua cumplicidade dia após dia.

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