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🧠 Idosos · Estimulação cognitiva · Famílias & Profissionais

Estimulação cognitiva em idosos :
os 5 pontos-chave para começar bem

Ideias práticas, ferramentas concretas e implementação no dia a dia — tudo o que as famílias e os profissionais de saúde precisam saber para estimular o cérebro dos idosos com método e gentileza

📖 Leitura : ~22 min✅ Atualizado 2026🧠 Famílias & profissionais de saúde
1 200 000pessoas afetadas por demência na França, das quais 75 % de Alzheimer
46 %de redução do risco de demência com uma estimulação cognitiva regular segundo alguns estudos
+65 anosa idade a partir da qual a reserva cognitiva se torna um fator protetor decisivo
10 min/diasão suficientes para manter uma estimulação cognitiva benéfica em idosos

Estimular o cérebro de um idoso não é uma ideia nova — mas é uma prática que continua amplamente subutilizada nas famílias e até mesmo em algumas instituições. No entanto, as evidências científicas se acumulam: uma estimulação cognitiva regular, adaptada e agradável contribui para desacelerar o declínio cognitivo, preservar a autonomia, melhorar o humor e a qualidade de vida. Mas por onde começar? Quais exercícios escolher? Como adaptar a dificuldade? Como integrar a estimulação no cotidiano sem que isso se torne uma tarefa árdua? Este guia completo responde a todas essas perguntas, com soluções concretas para as famílias e os profissionais.

Por que a estimulação cognitiva é tão importante para os idosos?

Antes de entrar no "como", entender o "porquê" é essencial. A estimulação cognitiva dos idosos não se baseia em uma crença ou uma moda — ela se apoia em mecanismos neurológicos bem documentados e dados científicos cada vez mais sólidos.

O envelhecimento cerebral normal: o que realmente muda

Com a idade, o cérebro sofre modificações estruturais e funcionais normais: redução do volume cerebral, diminuição da densidade sináptica, desaceleração da velocidade de processamento da informação, menor eficiência da memória de trabalho. Essas mudanças fazem parte do envelhecimento natural e não constituem uma doença. Elas não levam inevitavelmente a uma demência.

🔬 A reserva cognitiva: o conceito chave a compreender

A reserva cognitiva designa a capacidade do cérebro de tolerar lesões neuronais sem que os sintomas clínicos apareçam. Quanto maior a reserva cognitiva — graças à educação, às atividades intelectuais ao longo da vida, às estimulações variadas — mais o cérebro pode compensar os efeitos do envelhecimento e retardar o aparecimento dos sintomas de demência. A estimulação cognitiva dos idosos é precisamente um dos meios de nutrir e manter essa reserva.

O que a ciência diz sobre a estimulação cognitiva dos idosos

Os estudos sobre a estimulação cognitiva em pessoas idosas convergem para várias conclusões importantes: a estimulação cognitiva regular retarda o declínio das funções cognitivas em idosos saudáveis; em pessoas com demência leve a moderada, melhora as funções cognitivas e a qualidade de vida; reduz os sintomas depressivos e a ansiedade associados ao envelhecimento; melhora a autoestima e a sensação de eficácia pessoal; e pode reduzir a carga dos cuidadores ao melhorar o comportamento e o humor das pessoas acompanhadas.

💡

Importante a reter: A estimulação cognitiva não é um tratamento curativo da demência — não cura e não para a progressão das doenças neurodegenerativas. Por outro lado, é uma das intervenções não medicamentosas mais bem documentadas para melhorar a qualidade de vida e manter as capacidades pelo maior tempo possível. Isso já é considerável.

Os 5 pontos chave para começar bem a estimulação cognitiva

Muitas famílias e até mesmo profissionais hesitam em se lançar na estimulação cognitiva por falta de método. Estes 5 pontos chave estruturam uma abordagem eficaz, acolhedora e duradoura.

1
Partir da pessoa, não do exercício

A primeira erro a evitar é partir de um catálogo de exercícios e tentar "aplicá-los" à pessoa. A estimulação cognitiva mais eficaz é aquela que parte dos gostos, interesses, história de vida e capacidades reais da pessoa. Um ex-contador será mais estimulado por atividades numéricas. Um ex-jardineiro se desenvolverá em atividades ligadas à natureza. Uma pessoa que amou palavras cruzadas toda a sua vida continuará a encontrar prazer na linguagem.

Dedique tempo para conhecer — ou redescobrir — o que anima seu ente querido ou residente: suas paixões de outrora, suas profissões, suas viagens, sua cultura familiar. É aí que estão os melhores alavancadores de estimulação.

💡

Técnica prática: Realize uma "biografia cognitiva" com o idoso ou seus familiares: quais atividades ele gostava? Quais profissões exerceu? Quais jogos praticava? Quais músicas ouvia? Esse conhecimento detalhado permite personalizar completamente a estimulação.

2
Adaptar a dificuldade ao nível certo: nem muito fácil, nem muito difícil

A estimulação cognitiva só é eficaz se estiver na zona proximal de desenvolvimento da pessoa — ou seja, ligeiramente acima do que ela faz facilmente, mas não a ponto de fazê-la falhar. Uma atividade muito simples não traz benefício cognitivo real. Uma atividade muito difícil gera frustração, vergonha e evasão — exatamente o oposto do objetivo desejado.

A regra de ouro: a pessoa deve ter sucesso em cerca de 70 a 80% dos desafios propostos. Os 20 a 30% de dificuldade são o motor da progressão. Se seu ente querido falhar sistematicamente, reduza a complexidade. Se ele conseguir tudo sem esforço, aumente-a gradualmente.

⚠️ Atenção ao erro do "teste": A estimulação cognitiva nunca deve ser vivida como uma avaliação da memória ou das capacidades. Qualquer atividade percebida como um teste gera ansiedade que bloqueia as funções cognitivas. Sempre proponha as atividades em um ambiente lúdico, descontraído, sem pressão de desempenho.

3
A regularidade é mais importante que a duração: 10 minutos por dia valem mais que uma hora por semana

A plasticidade cerebral — a capacidade do cérebro de formar novas conexões neuronais — se alimenta da repetição regular muito mais do que da duração das sessões. Sessões curtas e frequentes (10 a 20 minutos por dia) são muito mais benéficas do que uma longa sessão semanal.

Para os idosos, a fadiga cognitiva é frequentemente subestimada. Uma sessão de 20 minutos bem dosada pode ser tão exaustiva cognitivamente quanto uma hora de trabalho intelectual para um adulto mais jovem. Respeitar essa realidade é indispensável para que a estimulação permaneça um momento positivo e não uma fonte de fadiga adicional.

✅ Ritmo recomendado

  • Sessões de 10 a 20 minutos no máximo
  • 5 a 7 dias por semana idealmente
  • Durante os momentos de boa energia
  • Após uma refeição leve (não em jejum, não muito cheio)
  • Em um ambiente calmo e confortável
  • Variar os tipos de atividades a cada dia

❌ O que prejudica a regularidade

  • Sessões muito longas que exaurem
  • Atividades muito difíceis que desmotivam
  • Momentos de fadiga ou dor
  • Ambiente barulhento ou distrativo
  • Pressão de desempenho ou comparação
  • Falta de variedade nas atividades
4
Estimular todas as funções cognitivas, não apenas a memória

Quando se fala de estimulação cognitiva em idosos, muitas vezes se pensa espontaneamente na memória. Mas o cérebro é muito mais do que a memória — e uma estimulação eficaz deve direcionar todas as funções cognitivas, cada uma desempenhando um papel na autonomia diária.

Função cognitivaPapel no dia a diaAtividades de estimulação
MemóriaLembrar de compromissos, nomes, eventos passadosReminiscências, álbuns de fotos, novos aprendizados
AtençãoSeguir uma conversa, ler, cozinhar com segurançaJogos de busca visual, atividades de classificação, quebra-cabeças
LinguagemComunicar, encontrar as palavras, ler, escreverPalavras cruzadas, adivinhações, leitura em voz alta, discussão
Funções executivasPlanejar, se organizar, tomar decisõesCozinha, jogos de estratégia, atividades de planejamento
Velocidade de processamentoReagir rapidamente, seguir trocas rápidasJogos de rapidez adaptados, reações visuais simples
PraxiasGestos coordenados, vestir-se, escrever, ferramentasAtividades manuais, bricolagem, culinária, jardinagem
Orientação temporoespacial saber onde estamos, que dia é hoje, se orientarCalendário diário, saídas, marcos visuais
5
Combinar estimulação cognitiva, atividade física e vínculo social

A estimulação cognitiva sozinha, por mais bem conduzida que seja, não é tão eficaz quanto quando combinada a dois outros pilares do envelhecimento saudável: a atividade física regular e a manutenção do vínculo social. Estudos mostram que a associação dos três produz efeitos sinérgicos na saúde cerebral dos idosos.

Atividade física: A caminhada, a ginástica suave, o yoga para idosos, a natação — toda atividade física regular melhora a vascularização cerebral, favorece a neurogênese e reduz o risco de demência em 30 a 40% segundo os estudos. A atividade física é provavelmente o fator protetor cognitivo mais bem documentado.

Vínculo social: As conversas, as atividades em grupo, as interações familiares — o contato social estimula muitas funções cognitivas simultaneamente (linguagem, memória, atenção, regulação emocional) e reduz o isolamento, que por sua vez é um fator de declínio cognitivo acelerado.

A formação DYNSEO para profissionais e famílias

Conhecer os princípios da estimulação cognitiva é uma coisa — saber colocá-los em prática concretamente, no dia a dia, com ferramentas adequadas, é outra. É para atender a essa necessidade que a DYNSEO desenvolveu uma formação especializada.


Formação DYNSEO: Estimulação cognitiva em idosos
🎓

Formação: Estimulação cognitiva para os idosos — ideias práticas, ferramentas e implementação no dia a dia

Esta formação online DYNSEO, certificada Qualiopi, é projetada para profissionais do setor médico-social (cuidadoras, auxiliares de vida, animadores em Lar de idosos, enfermeiros) e para as famílias de cuidadores que desejam implementar uma estimulação cognitiva eficaz e acolhedora no dia a dia. Ela abrange os fundamentos científicos, os 5 pontos-chave da implementação, um catálogo de atividades e ferramentas adaptadas a cada perfil, e as estratégias para manter a regularidade ao longo do tempo. No seu ritmo, de casa, sem restrição de horário. Financiável pelo OPCO para os profissionais.

Descobrir a formação →

Quais atividades de estimulação cognitiva para os idosos?

Aqui está um panorama completo das atividades de estimulação cognitiva adaptadas aos idosos, classificadas por domínio cognitivo e por nível de acessibilidade. A diversidade é essencial — variar as atividades estimula diferentes redes neuronais e mantém a motivação.

As atividades de estimulação por domínio

🧩

Memória & reconhecimento

Álbuns de fotos comentados, jogos de memória, reminiscências guiadas, aprendizado de novos poemas ou canções

📖

Linguagem & expressão

Palavras cruzadas, palavras cruzadas em flecha, leitura em voz alta, adivinhações, jogos de definições, redação de histórias curtas

🎯

Atenção & concentração

Jogos de busca visual (Onde está o Charlie?), quebra-cabeças adaptados, sudoku nível iniciante, atividades de classificação e organização

♟️

Lógica & raciocínio

Jogos de tabuleiro simples (dominos, damas), jogos de cartas conhecidos (belote, batalha, rami), sequências lógicas visuais

🎨

Praxias & gestos

Pintura, desenho, modelagem, dobradura, tricô, bordado, bricolagem adaptada, jardinagem em vaso ou em canteiro elevado

🎵

Música & ritmo

Escuta musical comentada, canto de canções conhecidas, percussões simples, identificação de melodias, evocações de memórias musicais

🌍

Cultura geral

Quiz culturais adaptados, jogos de geografia, discussões sobre atualidades, evocações históricas, quiz sobre temas conhecidos

🍳

Vida cotidiana

Receitas de cozinha simples, jardinagem, leitura de jornais, redação de listas, organização de uma saída — as atividades do dia a dia são excelentes exercícios cognitivos

A estimulação pela reminiscência: uma ferramenta particularmente poderosa

A reminiscência — a evocações de memórias pessoais antigas — é uma das técnicas de estimulação cognitiva mais bem documentadas em pessoas idosas, incluindo aquelas com demência. Ela mobiliza a memória de longo prazo (a melhor preservada na doença de Alzheimer), reforça a identidade, melhora o humor e favorece a comunicação.

1

Os suportes de reminiscência

Fotos de infância e juventude, objetos do cotidiano de antigamente, músicas da época, perfumes evocativos, trechos de filmes ou programas antigos, cartões postais de lugares visitados — todos esses suportes podem desencadear memórias ricas e conversas profundas.

2

A postura correta para conduzir uma sessão de reminiscência

Ouça mais do que fale — a pessoa é o narrador, você é a testemunha benevolente. Nunca corrija os erros de datas ou detalhes — o que importa é a emoção e a narrativa, não a exatidão histórica. Aceite os silêncios, as emoções, até mesmo as lágrimas sem interrompê-las.

3

A reminiscência em grupo

No Lar de idosos ou em centro de dia, as sessões de reminiscência em pequenos grupos (4 a 6 pessoas) têm efeitos particularmente benéficos — a troca entre residentes sobre memórias comuns (eventos históricos, tradições locais, profissões) estimula tanto a memória, a linguagem quanto o vínculo social.

📋

Ficha de acompanhamento da sessão + Tabela de acompanhamento das competências DYNSEO

Essas ferramentas gratuitas permitem que você registre as atividades realizadas, as capacidades observadas e o progresso da pessoa acompanhada. Indispensáveis para adaptar a estimulação ao longo do tempo, comunicar-se com a equipe multidisciplinar e manter a motivação ao visualizar os progressos.

Acessar as ferramentas gratuitas

As ferramentas digitais de estimulação cognitiva: CARMEN e FERNANDO DYNSEO

Os aplicativos digitais de estimulação cognitiva constituem um complemento valioso às atividades analógicas tradicionais — especialmente para as sessões diárias onde um profissional ou um familiar nem sempre está disponível. Desde que sejam verdadeiramente adaptados aos idosos.

O aplicativo CARMEN: especialmente projetado para os idosos

O aplicativo CARMEN da DYNSEO é desenvolvido especificamente para os idosos, incluindo aqueles com Alzheimer ou Parkinson. Sua interface ultra-simplificada (grandes ícones, contrastes altos, navegação intuitiva), seus jogos de dificuldade progressiva e suas sessões curtas (10-15 minutos) fazem dele uma ferramenta perfeitamente adaptada às capacidades e aos hábitos digitais das pessoas idosas. Ele oferece exercícios de memória, atenção, linguagem, lógica e orientação, cobrindo todas as funções cognitivas a serem estimuladas.

📱

Aplicativo CARMEN — A estimulação cognitiva projetada para os idosos

Interface simplificada, jogos adaptados para Alzheimer e Parkinson, sessões curtas de 10 a 15 minutos, dificuldade progressiva. CARMEN pode ser utilizado sozinho ou acompanhado, em casa ou em instituição. Uma ferramenta do dia a dia para preservar as capacidades cognitivas com prazer e regularidade.

Descobrir o aplicativo CARMEN

O aplicativo FERNANDO: para adultos e idosos ativos

Para os idosos mais jovens ou mais à vontade com o digital, o aplicativo FERNANDO oferece uma estimulação cognitiva mais variada e avançada. Ele cobre memória, atenção, lógica, linguagem e velocidade de processamento, com níveis de dificuldade adaptáveis e um acompanhamento dos progressos. Ideal para os idosos autônomos que desejam manter suas capacidades cognitivas de forma proativa.

Vantagens e limites das ferramentas digitais

✅ Vantagens

  • Disponíveis a qualquer momento, sem profissional
  • Progressão automaticamente adaptada
  • Acompanhamento do desempenho ao longo do tempo
  • Feedback imediato encorajador
  • Grande variedade de exercícios
  • Utilizáveis sozinhos ou acompanhados

⚠️ Pontos de atenção

  • Não substituem a interação humana
  • Aprendizado da ferramenta às vezes necessário
  • Necessitam de um tablet ou smartphone
  • Menos adequados para estágios severos de demência
  • A combinar com atividades analógicas
  • A presença de um familiar continua sendo benéfica

Estimulação cognitiva em Lar de idosos e em estabelecimento: desafios específicos

Os profissionais que trabalham em Lar de idosos, em USLD (Unidade de Cuidados de Longa Duração), em UPAD (Unidade Para pessoas Idosas Desorientadas) ou em acolhimento diurno enfrentam desafios específicos na implementação da estimulação cognitiva. A carga de trabalho, a diversidade de perfis, a falta de tempo e, às vezes, de formação especializada são obstáculos reais.

Organizar a estimulação em equipe

1

Identificar um responsável pela estimulação cognitiva na equipe

Designar um profissional treinado e responsável pela estimulação cognitiva — frequentemente o animador ou o terapeuta ocupacional — que coordena as atividades, treina os outros membros da equipe nas ações básicas e garante a continuidade do processo.

2

Integrar a estimulação nos cuidados diários

A estimulação cognitiva não deve ser apenas uma questão das sessões de animação — ela pode ser integrada nos cuidados da manhã (pedir à pessoa para nomear os objetos, descrever o que está fazendo), nas refeições (comentário dos pratos, evocações culinárias), nos deslocamentos (orientação, observação do ambiente).

3

Adaptar os grupos aos perfis cognitivos

Os grupos de estimulação são mais eficazes quando reúnem pessoas com perfis cognitivos próximos. Um grupo muito heterogêneo gera frustração em alguns (muito fácil) e fracasso em outros (muito difícil). Dois ou três níveis de grupos permitem uma melhor adaptação.

🌡️

Termômetro das emoções + Roda das escolhas DYNSEO

Esses ferramentas ajudam a integrar a dimensão emocional e a escolha nas sessões de estimulação. O termômetro das emoções ajuda o idoso a expressar como se sente antes e depois de uma atividade. A roda das escolhas permite que ele participe ativamente da escolha da atividade — reforçando seu sentimento de autonomia e sua motivação.

Descobrir as ferramentas gratuitas

Medir os progressos e ajustar a estimulação ao longo do tempo

A estimulação cognitiva deve ser um processo dinâmico — deve se adaptar continuamente à evolução das capacidades da pessoa. Para isso, uma avaliação regular é necessária.

As ferramentas de avaliação disponíveis

Várias ferramentas permitem avaliar as funções cognitivas dos idosos de forma padronizada: o MMS (Mini Mental State Examination) e o MMSE são os mais conhecidos — rápidos de administrar por um profissional, eles fornecem uma imagem global do nível cognitivo. O MoCA (Montreal Cognitive Assessment) é mais sensível para detectar distúrbios leves. Os testes neuropsicológicos mais completos — realizados por um neuropsicólogo — fornecem um perfil detalhado das funções preservadas e alteradas.

DYNSEO também oferece uma gama de testes cognitivos online permitindo explorar diferentes funções — memória, atenção, linguagem, funções executivas — de forma acessível e sem prescrição médica. Esses testes são úteis para ter uma primeira ideia das capacidades a serem estimuladas prioritariamente.

« Desde que usamos o aplicativo CARMEN com minha mãe, ela espera o tablet pela manhã como esperava antigamente seu jornal. Ela está orgulhosa de suas pontuações, ela ri quando consegue. Esse orgulho é algo que não se pode comprar. »

— Depoimento de uma filha cuidadora usando CARMEN com sua mãe com Alzheimer leve
🎓

Passe de teoria à prática com a formação DYNSEO

A formação "Estimulação cognitiva em idosos: ideias práticas, ferramentas e implementação no dia a dia" te dá todas as chaves para implementar uma estimulação eficaz, adaptada e duradoura — seja você um profissional de saúde ou um cuidador. Online, certificada Qualiopi, no seu ritmo. Financiável OPCO para os profissionais.

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Estimulação cognitiva e bem-estar: nunca perder de vista o prazer

O último ponto — e talvez o mais importante — é aquele que é mais frequentemente esquecido nas abordagens institucionalizadas de estimulação cognitiva: o prazer. Uma atividade de estimulação cognitiva que não proporciona prazer à pessoa é uma atividade fracassada, independentemente de seu valor teórico sobre as funções cognitivas.

  • O riso é neuroprodutivo — as emoções positivas reforçam a memorização e a motivação. Favorecer momentos de leveza e humor nas sessões não é um desvio — é uma boa prática.
  • O orgulho é um motor — valorizar as conquistas, mesmo modestas, reforça a autoestima e a propensão a continuar as atividades
  • A escolha é terapêutica — deixar o idoso escolher suas atividades reforça seu sentimento de autonomia e identidade, dois fatores de bem-estar importantes
  • A relação prevalece sobre o exercício — o momento de estimulação também é um momento de vínculo humano. A atenção que você dedica à pessoa durante a sessão tem um valor em si, independentemente da atividade proposta
  • Adaptar sem vergonha — se uma atividade não funciona, não a force. Mude, tente outra coisa, siga os interesses do momento. A flexibilidade é uma habilidade chave do acompanhante

5 pontos-chave, uma convicção: estimular com método e com coração

A estimulação cognitiva dos idosos é uma prática exigente que demanda método, conhecimento e benevolência. Partir da pessoa, adaptar a dificuldade, manter a regularidade, variar as funções e combinar com a atividade física e o vínculo social — essas 5 chaves fazem a diferença entre uma estimulação que transforma e uma estimulação que se esgota. A formação DYNSEO está aqui para te ajudar a implementá-las.

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FAQ — Estimulação cognitiva em idosos

Q1 A que idade deve-se começar a estimulação cognitiva?

Não há idade mínima para começar — e não há idade tardia demais para se beneficiar. O ideal é, evidentemente, manter uma atividade cognitiva ao longo da vida, mas mesmo uma estimulação iniciada tardiamente (70, 80 anos ou mais) produz benefícios mensuráveis. A pesquisa mostra que pessoas que começam uma estimulação cognitiva estruturada aos 75 ou 80 anos melhoram significativamente seu desempenho cognitivo em poucos meses. A única condição: adaptar o tipo e a dificuldade das atividades ao perfil cognitivo real da pessoa.

Q2 A estimulação cognitiva pode realmente prevenir a doença de Alzheimer?

Estudos epidemiológicos mostram uma correlação sólida entre o nível de atividade cognitiva ao longo da vida e o risco reduzido de demência. A estimulação cognitiva contribui para constituir uma "reserva cognitiva" que retarda o aparecimento dos sintomas clínicos. No entanto, seria excessivo afirmar que ela previne ou cura a doença de Alzheimer — ela não elimina as lesões cerebrais subjacentes. Seu principal interesse é retardar o momento em que essas lesões se manifestam clinicamente e melhorar a qualidade de vida das pessoas já afetadas. Isso já é um benefício considerável.

Q3 Meu familiar com Alzheimer pode realmente se beneficiar da estimulação cognitiva?

Sim, mesmo em um estágio moderado de Alzheimer, a estimulação cognitiva adequada traz benefícios reais e documentados: melhoria do humor, redução da agitação, manutenção das capacidades residuais, fortalecimento da autoestima e do sentimento de identidade. A chave é partir das capacidades preservadas — especialmente a memória de longo prazo, a memória procedural e a memória emocional — em vez de expor a pessoa a seus déficits. As atividades de reminiscência, a musicoterapia e os jogos adaptados como CARMEN são particularmente indicados nesse contexto.

Q4 Como manter a motivação de um idoso que recusa atividades de estimulação?

A recusa está frequentemente ligada ao medo do fracasso, à percepção da atividade como um "teste" ou a uma má experiência passada. Estratégias que funcionam: mudar o quadro de apresentação (propor "um jogo" em vez de "um exercício de memória"); começar com atividades muito fáceis que garantam o sucesso; partir das paixões da pessoa (música, culinária, jardinagem); praticar a atividade junto, participando você mesmo (não é mais "para ele" mas "com ele"); usar o grupo se a pessoa estiver socialmente motivada. A paciência é essencial — uma pessoa que recusa hoje pode aceitar amanhã se o quadro for diferente.

Q5 Qual é a diferença entre o aplicativo CARMEN e o aplicativo FERNANDO DYNSEO? Qual escolher para meu familiar?

Os dois aplicativos da DYNSEO se dirigem a perfis diferentes. CARMEN é especialmente projetado para idosos, incluindo aqueles com Alzheimer ou Parkinson: interface ultra-simplificada, grandes ícones, navegação muito intuitiva, exercícios suaves e progressivos. É ideal para pessoas pouco à vontade com o digital ou apresentando distúrbios cognitivos moderados a severos. FERNANDO se destina a adultos e idosos mais ativos, com uma interface mais rica, níveis de dificuldade mais altos e uma maior variedade de exercícios. Para um idoso autônomo que deseja manter suas capacidades de forma proativa, FERNANDO é frequentemente mais adequado. Para um idoso frágil ou apresentando distúrbios, CARMEN é a melhor escolha.

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Avaliações Google DYNSEO
4,9 · 49 avaliações
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M
Marie L.
Família de uma pessoa idosa
Aplicação fantástica para a minha mãe com Alzheimer. Os jogos estimulam-na realmente e a equipa é muito atenta. Um grande obrigado a toda a equipa DYNSEO!
S
Sophie R.
Terapeuta da fala
Uso os jogos DYNSEO todos os dias no meu consultório com os meus pacientes. Variados, bem concebidos e adaptados a todos os níveis. Os meus pacientes adoram e progridem realmente.
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Patrick D.
Diretor de lar
Mandámos formar toda a nossa equipa pela DYNSEO sobre estimulação cognitiva. Formação Qualiopi séria, conteúdo pertinente e aplicável ao dia a dia. Verdadeiro valor acrescentado para os nossos residentes.
Bonjour, je suis Coach JOE !
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